E era tudo. Muito simples até, bem simples.
Dou gargalhadas apesar de partida, apesar de já pouco restar.
E resta tão pouco que nem se vê, é por isso que caminho sozinha mas feliz.
Feliz. Feliz. Por todo este mal que me está acontecer. Sou corajosa mas cobarde, tenho uma puta de cobardia que até estremece o meu prédio.
Tenho conversas só com uma personagem, só comigo mesma. Porque fui abandona.
E não. Desta vez, não vou fazer nada.
Talvez assim o tempo bata a minha porta e decida curar as feridas intemporais que existem em mim, que crescem desmedidamente.
E querias tu nunca me magoar (…) Paralelismos falhados, e de paralelos só as diagonais circulares da tua cabeça desencontrada, preenchidas por fios desligados e não compartilhados. Porque TU não quiseste. Porque tu não acordas. Porque tu… Porque eu! (...)
quinta-feira, 12 de junho de 2008
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