De repente, os pensamentos imaturos são libertos.
E, é como se tudo se transformasse.
São encontradas as chaves certas e versáteis, talvez o problema seja mesmo esse - a versatilidade das chaves dos pensamentos.
E a cabeça da nó cego!
Para tranquilizar esta inquietude (que deriva de não saber qual chave é a libertação dos imaturos e inconscientes, mas existentes pensamentos) só um sincero abraço. E são tantas 'coisas' confusas e elas recuam, avançam, sobem, descem, alargam-se, estreitam-se, modificam-se, transformam-se e transmutam-se, fazem e fazem-se.
Rasgam-se os caminhos e figura-se o abismo, realiza-se o inverso, usa-se o exótico, o banal, o raro.
Outra ? Devia eu ser outra ?
Recorrer a transfiguração ? Ou redenção ? Ou simplesmente a indignação ? Ou, enfim, a ironia ?
Sofrimento confuso, ou consciência clara ?
Tudo que se fez, desfez-se antes.
Antes de mais, sou recusa.
Depois de tudo, sou recusa.
Circularmente...
Eis o silencio.
O silencio que está entre as palavras.
O silencio que não é a ausência de palavras.
A ausência que acentua as palavras presentes.
O silencio que está entre as palavras ditas e não ditas.
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