terça-feira, 3 de junho de 2008

(...) E também são pequenos gestos.

E a voz cala com medo de falhar, de se perder pelo caminho até te encontrar.
Hesito! , calo.
Suavemente sorriu, docilmente olho e sinceramente, acompanho.
Palavras saem, soltas e sem sentido,
mas depois de uma tarde de ventos vagabundos,
em suma,
uma complexa troca de ideias (mais que ideias!) aconteceu.

E que ? Tu notaste ? Notei eu ?

Não me parece que tenhamos ficado com essa noção,
e mesmo naqueles 5 minutos em que nos cruzamos e
rapidamente me despeço, já atrasada,
há um misto de coisas indecifraveis que ocorreram.
E não se nota. Nem nos toca, se quer.


E directamente e sem superficialidades, é isso que (também) desejo.
Sem retornos ou ideias contraditórias, é assim que quero.
Como as cegonhas que observei também eu quero voar,
ter um rumo e ser rumo, talvez.


Nenhum comentário: