Tu conheceste a musica de fundo quando me deito sobre a cama e escrevo.
Mas, eu esqueci-me de te perguntar o nome e até mesmo de te conhecer. Não quis saber, refugiei-me naquelas manhas em que estava embebida pelo sono e me fizeste companhia nas sonolentas palavras que deitava ao ar. Quer dizer, deitava-as para ti, para a ti chegar e eu fazer-me ouvir. Teus versos foram incompreensíveis, agonias pouco certas e uma forte necessidade tua de fazeres passara ideia aos outros que esta tudo bem, quando tu sabes, quando nós sabemos que não esta tudo bem.
Entre palavras e beijos dados, alguns palmos de terra caminhados. E sonhos partilhados.
Esqueci-me de como era te beijar, esqueci-me do propósito que tinha ao te alcançar.
Fico-me pelas vontades, pelos sonhos e pelas pessoas que estão comigo. Outras refugiam-se num mundo abstracto que vai (um dia) acabar.
O silencio transmite aquilo que as palavras não alcançariam.
Não mente, não ilude, apenas fere. Lentamente num processo doloroso com o objectivo de dar a conhecer a realidade que as palavras apenas adoçam. É por isso, que prefiro o silencio a uma conversa que, por varias vezes, são mal interpretadas e aquilo que queria dizer foi dito. Mas, a mensagem não chegou. Nunca chega.
Somos diferentes e acho que é essa diferença que nos torna tão cúmplices.
A coisa mais bonita é a união que existe entre uma Mulher e um Homem quando se amam.
Os olhos reluzem e a alma completa. Apertam-se mãos e levita-se em corações.
Não fiques triste (...) mesmo a fugires da Vida, ela apanha-te.
Cobra-te tudo o que deves, dá-te tudo o que tens direito.
Não te iludas (...) nunca vais voar. A morte está aí e aqui, de trás das minhas costas e a sussurrar-me ao ouvido: "Está a chegar a tua hora!" , uma lágrima desce pelo meu rosto e... vou. Sempre fui eu que fui e nunca fui eu que fiquei.
Mas, eu esqueci-me de te perguntar o nome e até mesmo de te conhecer. Não quis saber, refugiei-me naquelas manhas em que estava embebida pelo sono e me fizeste companhia nas sonolentas palavras que deitava ao ar. Quer dizer, deitava-as para ti, para a ti chegar e eu fazer-me ouvir. Teus versos foram incompreensíveis, agonias pouco certas e uma forte necessidade tua de fazeres passara ideia aos outros que esta tudo bem, quando tu sabes, quando nós sabemos que não esta tudo bem.
Entre palavras e beijos dados, alguns palmos de terra caminhados. E sonhos partilhados.
Esqueci-me de como era te beijar, esqueci-me do propósito que tinha ao te alcançar.
Fico-me pelas vontades, pelos sonhos e pelas pessoas que estão comigo. Outras refugiam-se num mundo abstracto que vai (um dia) acabar.
O silencio transmite aquilo que as palavras não alcançariam.
Não mente, não ilude, apenas fere. Lentamente num processo doloroso com o objectivo de dar a conhecer a realidade que as palavras apenas adoçam. É por isso, que prefiro o silencio a uma conversa que, por varias vezes, são mal interpretadas e aquilo que queria dizer foi dito. Mas, a mensagem não chegou. Nunca chega.
Somos diferentes e acho que é essa diferença que nos torna tão cúmplices.
A coisa mais bonita é a união que existe entre uma Mulher e um Homem quando se amam.
Os olhos reluzem e a alma completa. Apertam-se mãos e levita-se em corações.
Não fiques triste (...) mesmo a fugires da Vida, ela apanha-te.
Cobra-te tudo o que deves, dá-te tudo o que tens direito.
Não te iludas (...) nunca vais voar. A morte está aí e aqui, de trás das minhas costas e a sussurrar-me ao ouvido: "Está a chegar a tua hora!" , uma lágrima desce pelo meu rosto e... vou. Sempre fui eu que fui e nunca fui eu que fiquei.
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