O que foi dito não foi concluído. Instalou-se o medo ás palavras e o amor ao silencio.Quebrei a monotonia com um leve mergulho das minhas mãos numa água salgada, que levei a minha face. E nada resta, como habitual tudo voa. E até que ponto eu ainda não voei?
Até que ponto o fio que fazia de ligação de mim a este sitio ainda não arrebentou?
Frágil, fragilmente caminha-se por obscuros sombrios pedaços de terra, que unidos formam um trilho, trilho reluzente de pitorescas imagens e sombras de algo, de alguém que meus olhos trémulos não me permitem a reconhecer.
Não reconheço o que vejo, reconhecerei o que sinto?
Ouço e tremo pela fraqueza que me invade, e sou incapaz de exprimir tudo o que vai cá dentro. Conformismo que se colou rente a minha pele e não descola!
Que a musica pare e me deixe respirar, me deixe caminhar sem pensar que o sol vai de novo aparecer. Desaparecer e deixar que a falta se instale no meio de todos, para que de uma vez, eu consiga ser notada, por algo e por alguém. Alguém que descodifique a sombra que esta amarrada as minhas pernas, as minhas mãos... ai as minhas mãos! Escondem as lágrimas que sobriamente deixei escapar, por tristeza, por injustiça, por desilusão. Mãos que sofrem com o meu sofrimento, que são mutiladas, que entram em confronto comigo quando a cabeça quer um auto-flagelo e as mãos esforçam para me impedir de me confortar. De me perdoar, de me satisfazer e ficar bem!
O silencio é o meio mais inteligente de se falar , e eu quero-O só para mim.
Quero o escuro, o sombrio da Vida, para ser capaz de estar onde sempre estive. E foi nesse lugar que me conheceram e gostaram, não faz sentido ficar a luz do dia.
Só porque eu gosto da intensidade do negro, a força da melancolia e a frieza da chuva.
Deixa-me voar no desespero de alguém a morrer afogado.
Deixa-me escorregar nas poças de quem já perdeu tudo, até si mesmo.
Deixa-me flutuar nas lágrimas de quem chora desalmadamente.
Deixa-me viver dos sorrisos falsos e das más línguas.
Deixa-me morrer a arder na fogueira dos incompreendidos, dos mal amados, dos perdidos.
Mas, por favor... Salva-me ! de mim, mesma.
Há momentos peculiares em que a cabeça pesa tanto e cai no chão como uma pedra, e é difícil levantar. É difícil transformar um rosto triste num sorriso ... e tão fácil transformar um sorriso num rosto triste.
Até que ponto o fio que fazia de ligação de mim a este sitio ainda não arrebentou?
Frágil, fragilmente caminha-se por obscuros sombrios pedaços de terra, que unidos formam um trilho, trilho reluzente de pitorescas imagens e sombras de algo, de alguém que meus olhos trémulos não me permitem a reconhecer.
Não reconheço o que vejo, reconhecerei o que sinto?
Ouço e tremo pela fraqueza que me invade, e sou incapaz de exprimir tudo o que vai cá dentro. Conformismo que se colou rente a minha pele e não descola!
Que a musica pare e me deixe respirar, me deixe caminhar sem pensar que o sol vai de novo aparecer. Desaparecer e deixar que a falta se instale no meio de todos, para que de uma vez, eu consiga ser notada, por algo e por alguém. Alguém que descodifique a sombra que esta amarrada as minhas pernas, as minhas mãos... ai as minhas mãos! Escondem as lágrimas que sobriamente deixei escapar, por tristeza, por injustiça, por desilusão. Mãos que sofrem com o meu sofrimento, que são mutiladas, que entram em confronto comigo quando a cabeça quer um auto-flagelo e as mãos esforçam para me impedir de me confortar. De me perdoar, de me satisfazer e ficar bem!
O silencio é o meio mais inteligente de se falar , e eu quero-O só para mim.
Quero o escuro, o sombrio da Vida, para ser capaz de estar onde sempre estive. E foi nesse lugar que me conheceram e gostaram, não faz sentido ficar a luz do dia.
Só porque eu gosto da intensidade do negro, a força da melancolia e a frieza da chuva.
Deixa-me voar no desespero de alguém a morrer afogado.
Deixa-me escorregar nas poças de quem já perdeu tudo, até si mesmo.
Deixa-me flutuar nas lágrimas de quem chora desalmadamente.
Deixa-me viver dos sorrisos falsos e das más línguas.
Deixa-me morrer a arder na fogueira dos incompreendidos, dos mal amados, dos perdidos.
Mas, por favor... Salva-me ! de mim, mesma.
Há momentos peculiares em que a cabeça pesa tanto e cai no chão como uma pedra, e é difícil levantar. É difícil transformar um rosto triste num sorriso ... e tão fácil transformar um sorriso num rosto triste.
Ama-me, pf.
Estou a precisar de sentir algo bom. (O amor é bom?)
Fala-me. Segura-me pelo braço e faz amor comigo 1,2,3 vezes...
Fala-me. Segura-me pelo braço e faz amor comigo 1,2,3 vezes...
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