Estou arrepiada de tão melancólica estar.
O tempo lá fora é espelho da minha alma, que triste tristemente chora sem retorno. Contam-se historia que não afastam o medo, só o fazem aumentar... Voltamos ao nosso canto, ao chão que nos viu crescer e que nos aparou em cada subjacente a uma boa fase de Vida.
Sem paciência, cansada, triste ... e cheia de frio de um abraço que me apetecia ter.
Dois pares de estalos bem dados não fazem mal a ninguém, muito menos a mim, que tanto os mereço. Corre por esses campos verdes e afasta-te de mim. Deixa-me perdida entre as varas do milho e a terra lamacenta que me cobre os pés, que acompanha os meus gritos de pavor que fazem estremecer os pássaros que nos seus ninhos repousam. Corre! Corre com toda a velocidade que és capaz, dá mais de ti nesta situação. Vai ... e não voltes!
Vai meu sofrimento e deixa-me em paz. Doí aqui dentro, bastante. Sabes?
Corre ! Não olhes para trás, para a frente é que é caminho.
O tempo lá fora é espelho da minha alma, que triste tristemente chora sem retorno. Contam-se historia que não afastam o medo, só o fazem aumentar... Voltamos ao nosso canto, ao chão que nos viu crescer e que nos aparou em cada subjacente a uma boa fase de Vida.
Sem paciência, cansada, triste ... e cheia de frio de um abraço que me apetecia ter.
Dois pares de estalos bem dados não fazem mal a ninguém, muito menos a mim, que tanto os mereço. Corre por esses campos verdes e afasta-te de mim. Deixa-me perdida entre as varas do milho e a terra lamacenta que me cobre os pés, que acompanha os meus gritos de pavor que fazem estremecer os pássaros que nos seus ninhos repousam. Corre! Corre com toda a velocidade que és capaz, dá mais de ti nesta situação. Vai ... e não voltes!
Vai meu sofrimento e deixa-me em paz. Doí aqui dentro, bastante. Sabes?
Corre ! Não olhes para trás, para a frente é que é caminho.
(não vás, fica comigo pf!)
Nenhum comentário:
Postar um comentário