A confiança é o melhor acto de amor, de amizade que podemos demonstrar ao outro.
A confiança constroi-se lentamente, invisivelmente e nem notamos. E não é por não a notarmos, de não a vermos que ela perde importância. Mentira ! É a confiança a base de tudo.
E como nós não a vemos, nem sequer podemos medir e nunca temos noção de quanto as pessoas depositam em nós a sua confiança. Pensamos que a pessoa que mais confiamos, que confiamos desmedidamente e afirmo que erradamente (não se deve confiar tanto em alguém!) confia da mesma maneira e intensidade que nós - algo igual, semelhante.
Olhamos para o lado e pomos as mãos a cara! Não, não pode ser! - é esta a nossa reacção ao confronto da realidade que a balança da confiança pende mais para o meu lado do que para o dele. Fica-se triste, resguarda-se no escuro húmido que uma divisão qualquer tem. Pensa-se e chega-se a conclusão que não, nunca devemos e nem podemos permitir-nos a dar as coisas como certas. Há que cultivar a confiança por mais provas que tenhamos dado no passado já não é isso que importa para o hoje. O passado recente inibe a confiança da pessoa em mim, e eu de cabeça erguida, aceito. Aceito as consequências dos meus actos.
A confiança constroi-se lentamente, invisivelmente e nem notamos. E não é por não a notarmos, de não a vermos que ela perde importância. Mentira ! É a confiança a base de tudo.
E como nós não a vemos, nem sequer podemos medir e nunca temos noção de quanto as pessoas depositam em nós a sua confiança. Pensamos que a pessoa que mais confiamos, que confiamos desmedidamente e afirmo que erradamente (não se deve confiar tanto em alguém!) confia da mesma maneira e intensidade que nós - algo igual, semelhante.
Olhamos para o lado e pomos as mãos a cara! Não, não pode ser! - é esta a nossa reacção ao confronto da realidade que a balança da confiança pende mais para o meu lado do que para o dele. Fica-se triste, resguarda-se no escuro húmido que uma divisão qualquer tem. Pensa-se e chega-se a conclusão que não, nunca devemos e nem podemos permitir-nos a dar as coisas como certas. Há que cultivar a confiança por mais provas que tenhamos dado no passado já não é isso que importa para o hoje. O passado recente inibe a confiança da pessoa em mim, e eu de cabeça erguida, aceito. Aceito as consequências dos meus actos.
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