Pedir mais…?
Não. Não se cobram promessas, aceitam-se a sua não realização.
E de realização falhada somos nós preenchidos e as bolhas de ar criadas na pele são apenas a forma física que nos permite reparar e constatar certas medidas de pouca limpeza e pureza dessas promessas.
Promessas que de vulgares apenas o nome do seu porte, da sua divisão, do lugar onde pertencem.
E cá para nós, nunca deviam sair dela. Para quê? Somente para entristecer na ilusão de reviver alegrias pouco complexas contudo sentidas.
Compram-se dois bilhetes. Apenas e só. Chega.
Dois bilhetes para não muito longe apenas para um mundo só nosso, onde vai existir musica, bebida, alegria e muito espírito de festa… mas, cá para nós, que é que isso importa?
O importante, e é de sublinhar delicadamente, somos nós.
Por isso, é que disse e pensei que eram os bilhetes para a felicidade, remota talvez.
Contudo, não é uma promessa. É uma esperança. Esperança daquelas em que roemos as unhas ate deitar sangue!
Esperança, alegria, sorrisos, gargalhadas, sítios mágicos! Quero (…) mais!
E conto os dias. Os dias para os dias, talvez exageradamente, perfeitos.
Pessoas, amizades que reluzem. Brilham muito mais que o sol.
Mas, para mim. Só para mim. São meus!
E o melhor é que nem ligam a pessoas (já) fora das suas vidas ;)
Um comentário:
São bilhetes iguais a todos os outros, apenas diferem na maneira em que os cuidamos, no carinho a que lhes dedicamos, na ansiedade de os realizar :)
bilhetes para a felicidade, as pessoas do passado apenas lembram o que aprendemos com este :)
chega rápido =)
*kiss
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