terça-feira, 15 de julho de 2008


Coisas naturais de uma vida, natureza presente em sorrisos e flores observadas a meios de caminhos pouco inclinados e cruzados. Por vezes, talvez não só por vezes e sim, as maiores partes das vezes é isso que acontece.
Afastamos-nos de quem amamos. Porque é preciso ter um lugar ao sol, é necessário caminhar sozinha, sem boleias, pois o desejado é ir a pé, ganhar umas bolhas nos pés, mas só assim ganharei resistência para permanecer, pra continuar. Juntos, eu sei, a união faz a força, como na imagem em cima apresentada. Mas, é preciso nos afastar de quem amamos, pra que a nossa raiz seja forte contra os ventos e o continuo pousar das abelhas na nossa abertura ao sol, a nossa exposição de cor e aromas apetecíveis, ousados e nada temidos.
Fragilidades escondidas atras de tanta beleza. Flores, quem não as tem?
Flores que são capazes de viver sozinhas, e sozinhas continuarem a ser. Não flores... Mas, flor.
Flor que conseguem esconder tanta tristeza e magoa. E xiiiiiuuuuuuu ! A vida continua.
O sol esta lá fora. E aquece. E brilha. Nutre raízes podres pela tentativa ousada de ter um lugar ao sol (...) como queria voar.

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