Coisas estranhas de se sentir, de se pensar.
Vontades que são controladas, reprimidas pelo facto de se ter tomado decisões em prol de dar continuidade a esta dita vida sem vértices, arestas ou faces. E de bases quebradiças só as sombras provocadas por um sol desnorteado e que perfura por caminhos longínquos e atinge a velocidade do som num vácuo completamente cheio. E encontra cheiros de alguém/algo que se sente falta, não saudades, mas falta!
Não se confessa isso! Não faz qualquer sentido de procurar uma explicação para isto ou até mesmo para aquilo. Não, não quero saber.
Só sentir... Como sinto. um apreto no coração. E ali, naquele sitio, nunca se esta.
Viaja-se em pensamentos pelas ilusões remotas de um passado que condicionou o presente. E há marcas.
Imensas.
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