A vida é um desperdício quando a magia não existe.
A vida é um martírio quando o sofrimento se apodera.
Correr sem pernas é mais suave do que o coração nos arrebentar nas mãos, quando explode os sentidos baralham-se, os proibidos alteram-se.
Nada resta, só poças de sangue que ninguém vê mas que é os azulejos do meu quarto.
Imagens destas devia ser só na morte, mas eu morro. Aos poucos.
Com sofrimento que não me deixa respirar, fico a tremer sob umas cobertas.
Deparo-me com muitas interrogações.
Poucas vibrações e um cadaver no meu coração que enoja.
Ciclos que tem que parar. Ciclos que me vão matar.
Restam as verdadeiras pessoas - os amigos. é tudo que me resta, nem eu fico.
nem eu vou.
A vida é um martírio quando o sofrimento se apodera.
Correr sem pernas é mais suave do que o coração nos arrebentar nas mãos, quando explode os sentidos baralham-se, os proibidos alteram-se.
Nada resta, só poças de sangue que ninguém vê mas que é os azulejos do meu quarto.
Imagens destas devia ser só na morte, mas eu morro. Aos poucos.
Com sofrimento que não me deixa respirar, fico a tremer sob umas cobertas.
Deparo-me com muitas interrogações.
Poucas vibrações e um cadaver no meu coração que enoja.
Ciclos que tem que parar. Ciclos que me vão matar.
Restam as verdadeiras pessoas - os amigos. é tudo que me resta, nem eu fico.
nem eu vou.
Um comentário:
tas bem??? sabes que podes contar comigo para o q precisares...
beijinhos
dircedi@hotmail.com
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