sábado, 14 de novembro de 2009

Pedras.

A vida é um desperdício quando a magia não existe.
A vida é um martírio quando o sofrimento se apodera.

Correr sem pernas é mais suave do que o coração nos arrebentar nas mãos, quando explode os sentidos baralham-se, os proibidos alteram-se.
Nada resta, só poças de sangue que ninguém vê mas que é os azulejos do meu quarto.
Imagens destas devia ser só na morte, mas eu morro. Aos poucos.
Com sofrimento que não me deixa respirar, fico a tremer sob umas cobertas.

Deparo-me com muitas interrogações.
Poucas vibrações e um cadaver no meu coração que enoja.

Ciclos que tem que parar. Ciclos que me vão matar.
Restam as verdadeiras pessoas - os amigos. é tudo que me resta, nem eu fico.
nem eu vou.

Um comentário:

dyphia disse...

tas bem??? sabes que podes contar comigo para o q precisares...

beijinhos

dircedi@hotmail.com