O sol já se pôs.
Evita-se o pensamento, aquela intelectualização que tanto Pessoa defende como o único caminho para a plena felicidade que ninguém atinge.
Evita-se a dor que mata, que não fortalece.
Só praticamos a nossa capacidade de aguentar de andar as voltas neste circulo.
De que serve ser tudo? nada.
De que serve tentar ser a tal?
Devolve-me os laços.
Uma caixa nunca virá a ser uma garrafa de vidro.
Um papel nunca há de ser um sonho.
Uma vida nunca devia ser uma eterna saudade.
As garrafas de vidro partem-se e apesar de transparentes,
escondem verdadeiros e perigosos fundos que ingerimos
como verdades mentirosas e escondidas.
Desvia-se os olhos por saber-se da verdade, da arruinada vida,
da madrasta pessoa que sabia que
era o fim daquela clama - permanecia o desespero.
Hoje em dia não se luta por nada. Quebramos os dois, afinal.
Vi a luz que me mata e não soube partir. Não toquei enquanto saia..
O mar limpou-me as lágrimas já que a companhia era nula.
Nem o frio quebrou.
Só a alma despedaçou...
É quase pecado que se vive. É quase pecado respirar.
É quase pecado o que se ignora, sem assumir...
Por mais que fui, não passa de nadas que se calcam assim facilmente.
Nadas que nunca preenchem, resta tudo.
Tive muito perto da queda na amargurada morte
dos pássaros que não levitam, definham.
Evita-se o pensamento, aquela intelectualização que tanto Pessoa defende como o único caminho para a plena felicidade que ninguém atinge.
Evita-se a dor que mata, que não fortalece.
Só praticamos a nossa capacidade de aguentar de andar as voltas neste circulo.
De que serve ser tudo? nada.
De que serve tentar ser a tal?
Devolve-me os laços.
Uma caixa nunca virá a ser uma garrafa de vidro.
Um papel nunca há de ser um sonho.
Uma vida nunca devia ser uma eterna saudade.
As garrafas de vidro partem-se e apesar de transparentes,
escondem verdadeiros e perigosos fundos que ingerimos
como verdades mentirosas e escondidas.
Desvia-se os olhos por saber-se da verdade, da arruinada vida,
da madrasta pessoa que sabia que
era o fim daquela clama - permanecia o desespero.
Hoje em dia não se luta por nada. Quebramos os dois, afinal.
Vi a luz que me mata e não soube partir. Não toquei enquanto saia..
O mar limpou-me as lágrimas já que a companhia era nula.
Nem o frio quebrou.
Só a alma despedaçou...
É quase pecado que se vive. É quase pecado respirar.
É quase pecado o que se ignora, sem assumir...
Por mais que fui, não passa de nadas que se calcam assim facilmente.
Nadas que nunca preenchem, resta tudo.
Tive muito perto da queda na amargurada morte
dos pássaros que não levitam, definham.
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