quinta-feira, 19 de novembro de 2009

I (don't) believe in another perfect day



Jogos. Paragens. Observação. Pensamento.
O mundo arde. As mãos caiem.
As verdades não o são.
O correr é imóvel.

Não!, não! não me deixes aqui... assim, comigo.
O absurdo paira nas almas vagabundas, desorientadas.
Essa poção era o salvamento da tortura destas gerações que vivem em conflito em mi,m que se alimentam umas das outras, provocam incesto e geram novas mágoas, poucos tributos.
Negro! não, não... por favor, não.
não, não... para com isto.

Desliga-me da corrente deste mar revolto e punitivo, tira-me a perspectiva e dá-me!
devolve-me o ponto de fuga.

não sou mais... cada vez menos. não! não! retira este fungo que deixaste em mim.
arde! Pune-me, risca-me os olhos. com este bico de vidro que nunca sobe o que era sangue.

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