sábado, 23 de maio de 2009

sexta, 22.

Conseguimos abandonar tudo.
Usamos o eufemismo para a desculpa se interiorizar, corresponder a verdade.
Durante tempos passados, eu e o eufemismo éramos os melhores parceiros!
Era uma forma de disfarçar os adiamentos, as decisões que me abarcavam e eu delas, abarca a distancia. Fui guardando pedaços de tempo em pedaços de papeis, encontrados em ruas pedradas.
Consegue-se abandonar o corpo, a alma.
O coração deu impulso e abri os olhos. Apesar de rodeada de pessoas, houve quem se destaca-se pela presença e pela força do pensamento da observação que eu sentia, vem rente a minha pele.
Desejo do meu sucesso! Sorriso puro pela minha ameaçante alegria.
Voei, corri e cai. num tapete duro. Só estava ali eu e só por acreditar em mim, é que não falhei.
Não falhei fatalmente. Obrigada por teres estado a torcer por mim, mesmo em silencio, mesmo sem aplauso. Obrigada pela tua força de acreditares em mim.



A capacidade de abstracção passou de capacidade a característica do meu ser.
No meio de incógnita de números de pessoas que estavam lá assistindo ao espectáculo (?),
encontrei-te. Só por isso brilhei (como estrela!), por ti. para ti. assim, sempre.

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