quinta-feira, 28 de maio de 2009

Of(f)

Pedem-me obrigando-me a comentar afirmações que desconheço a autoria, desconheço as raízes contudo sei identificar plenamente o sujeito daquela frase, daquele conjunto ditado para umas linhas, frases, com ou sem sentido, descoberta do mesmo, é isso que se pretende.
É neste circulo circundante que pairam as questões e a falta de atingir o ponto. A vida é um habito, a morte uma obsessão, por isso vivemos tão precariamente.
A morte é um luminoso intervalo ou a vida?
sim, a morte é o acontecimento que não vivemos.



Somos umas folhas habituadas. Folhas e papeis por escrever.

Escreve no papel que sou. Não pises ou rasgues. Cuida de mim.
Desenha as tuas letras mais belas, faz de mim teu poço mágico,
para que eu não seja um cadáver adiado que procria.

Nenhum comentário: