As incompreensões traduzem-me em linhas tortas.
Por maior que seja a consequência, o mal estar interior é o melhor castigo que se oferece, que me foi oferecido. Não quero ser confundida com cores que não me pertencem. O espírito, o meu, não tem as cores que pintam. Por vezes, a inocência trama-me.
Por vezes, a ingenuidade crucifica-me.
Crucifica-me por não conseguir ver que no meu mundo poucas são as pessoas que me acompanham e sendo assim, tenho que realmente medir as minhas palavras. Como acho que a métrica das minhas letras não são profundas assusto-me com a contagem que cada um tem de mim, medo do que acrescentam e pena do que retiram.
Fico sempre aquém do que sou e fico muito além e mim.
Sinto-me crucificada pelas minhas atitudes onde a intenção não existe mas cometo-as, edifico-as, petrifico-as. Não sou lida com as palavras que escrevo mas sim com as palavras feias que outros escrevem e eu não tenho conhecimento. Sinto medo dos olhares condenatórios quando eu somente quero ser assim como o vento. Admito que sou idiota, uma palerma a quem ninguém devia dar ouvidos, nem importância. Porque sou palerma nem eu devia atribuir-me importância. Queria ter ousadia de revirar os jogos que vão surgindo, perante as minhas falhas. Contudo, permaneço fora das linhas do campo. Termino no banco de suplentes.
Por maior que seja a consequência, o mal estar interior é o melhor castigo que se oferece, que me foi oferecido. Não quero ser confundida com cores que não me pertencem. O espírito, o meu, não tem as cores que pintam. Por vezes, a inocência trama-me.
Por vezes, a ingenuidade crucifica-me.
Crucifica-me por não conseguir ver que no meu mundo poucas são as pessoas que me acompanham e sendo assim, tenho que realmente medir as minhas palavras. Como acho que a métrica das minhas letras não são profundas assusto-me com a contagem que cada um tem de mim, medo do que acrescentam e pena do que retiram.
Fico sempre aquém do que sou e fico muito além e mim.
Sinto-me crucificada pelas minhas atitudes onde a intenção não existe mas cometo-as, edifico-as, petrifico-as. Não sou lida com as palavras que escrevo mas sim com as palavras feias que outros escrevem e eu não tenho conhecimento. Sinto medo dos olhares condenatórios quando eu somente quero ser assim como o vento. Admito que sou idiota, uma palerma a quem ninguém devia dar ouvidos, nem importância. Porque sou palerma nem eu devia atribuir-me importância. Queria ter ousadia de revirar os jogos que vão surgindo, perante as minhas falhas. Contudo, permaneço fora das linhas do campo. Termino no banco de suplentes.
(são aulas que se deviam faltar :)
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