segunda-feira, 30 de março de 2009

Life is life :D
Contagem decrescente, wow :D !

domingo, 29 de março de 2009

25/Março.

As incompreensões traduzem-me em linhas tortas.
Por maior que seja a consequência, o mal estar interior é o melhor castigo que se oferece, que me foi oferecido. Não quero ser confundida com cores que não me pertencem. O espírito, o meu, não tem as cores que pintam. Por vezes, a inocência trama-me.
Por vezes, a ingenuidade crucifica-me.
Crucifica-me por não conseguir ver que no meu mundo poucas são as pessoas que me acompanham e sendo assim, tenho que realmente medir as minhas palavras. Como acho que a métrica das minhas letras não são profundas assusto-me com a contagem que cada um tem de mim, medo do que acrescentam e pena do que retiram.
Fico sempre aquém do que sou e fico muito além e mim.
Sinto-me crucificada pelas minhas atitudes onde a intenção não existe mas cometo-as, edifico-as, petrifico-as. Não sou lida com as palavras que escrevo mas sim com as palavras feias que outros escrevem e eu não tenho conhecimento. Sinto medo dos olhares condenatórios quando eu somente quero ser assim como o vento. Admito que sou idiota, uma palerma a quem ninguém devia dar ouvidos, nem importância. Porque sou palerma nem eu devia atribuir-me importância. Queria ter ousadia de revirar os jogos que vão surgindo, perante as minhas falhas. Contudo, permaneço fora das linhas do campo. Termino no banco de suplentes.


(são aulas que se deviam faltar :)


(en)cantou!

lugar(es).

Rodopia-se no momento de definir escolhas e caminhos, os melhores, os ideais.
Alinham-se em sítios bonitos, em sítios pouco usuais de visita. Aveiro.
Uma terra bonita na companhia ideal, de mãos dadas e sorrisos cruzados.
Caminhamos e falamos de tudo o que existe na Terra.
De tudo o que existe no céu.

Senti-me em casa. Por aquela terra, por aquela companhia doce. Senti-me sem pensar no que estaria a sentir naquele momento, mas sei que tive um momento de pausa espiritual, no meio de círculos, consegui parar e ter um pensamento neutro, fora de conversas ou risos.
Foi uma frase que me invadiu e a resposta exterior a esse pensamento foi um grande sorriso!
Merecia mesmo esta resposta, estava implícito tal surgir.
Pensei que sim, era ali, que estava bem. Feliz. "A vida faz-nos bem", descrevia tudo. A noite, o dia, o calor, o frio, o vento, o chão com buracos, as mocas, as coisas parvas, as horas... Horas que nós contornamos. A diferença entre nós era apenas de uma hora, mas ninguém sentiu diferença, nem se notou tal falha. Foi harmonioso! :)

" Estar contigo é estar com o que julgas melhor! " :)
Da weasel.

Noites envolvidas em panos suaves de magia e felicidade. Quero mais.
Assim, igual a iogurte!


sábado, 28 de março de 2009

"Era eu a convencer-te que gostas de mim,
E tu a convenceres-te que não é bem assim..
Era eu a mostrar-te o meu lado mais puro,
E tu a argumentares os teus inevitáveis.

Eras tu a dançares em pleno dia
E eu encostado como quem não vê
Eras tu a falar para esconder a saudade
E eu a esconder-me do que não se dizia

Afinal quebramos os dois...

Desviando os olhos por sentir a verdade
Juravas a certeza da mentira
Mas sem queimar demais
Sem querer extinguir o que já se sabia

Eu fugia do toque como do cheiro
Por saber que era o fim da roupa vestida
Que inventara no meio do escuro onde estava
Por ver o desespero na cor que trazias...

Afinal quebramos os dois...

Eras eu a despir-te do era pequeno
E tu a puxares-me para um lado mais perto
Onde se contam historias que nos atam
Ao silencio dos lábios que nos mata...!

Eras tu a ficar por não saberes partir.
E eu a rezar para que desaparecesses
Era eu a rezar para que ficasses.
E tu a ficares enquanto saías
Não nos tocamos enquanto saías
Não nos tocamos enquanto saímos
Não nos tocamos e vamos fugindo
Porque quebramos como crianças

Afinal quebramos os dois.."

É quase pecado o que se deixa.
Quase pecado o que se ignora.

terça-feira, 24 de março de 2009


Ironic. Let it be, let it rain .. on me.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Papagaio.

Por meio de palavras escritas consegue-se pouco nitidamente encontrar palavras que se encaixam e concentram-se amontoadas naquilo que é deveras lógico.
Tudo o que encontra acolhimento no meu espírito não é mais verdadeiro do que as ilusões dos meus sonhos. Encontro-me num dilema entre utilizar o eu, algo definido e concreto, ou utilizar o alguém, que pode ser tudo, ilimitado. Debato-me sobre o mais adequado para não falar de mim, para não falar, para deixar o silencio se instalar. Falar de nós mesmos é sempre mais difícil do que falar em abstracto, em criar dores muito mais fortes do que as que se concentram em nós. Já nem doí de tanto doer. Não se sente e não se refuta esta ideia.
Nem se duvida. Por tudo em duvida ate encontrar uma crença básica - penso, logo existo - recomendaria-me o velho filosofo Descartes. Será que penso realmente? Existir advém verdadeiramente do facto de pensar? Convida-me para entrar em tua casa. Realmente, penso. Consequentemente, existo. Diria que fui criada com o objectivo de despertar, despertar almas adormecidas para a vida. E só obtenho prazer nessa fase de libertação. Depois, tenho de partir. Abandonar. Pressionar a próxima tecla do piano, encher os pulmões de novo ar e começar um novo ritmo de respiração. Deixar para lá as cordas da marioneta e seguir. Como eu fiz, como eu curei as asas de cera que tinha derretido no caminho ate ao sol. Devia bater palmas a pessoa que anteviu o futuro e dar-lhe a razão. "sim, tu bem disseste" mas eu não queria dar troco a quem me deu dinheiro falso. Não queria dar algo que não queriam receber.
Falo assim em bom português para quem esta disposto a ouvir-me. Poucas coisas tenho acrescentar ao meu numero de anos, a minha altura, ao meus peso e a minha morada. O nome todos sabem. Mas, de mim ... quem me levou?
Foi um papagaio que um dia conheci, que li, que em encantou. Debroçei-me na janela para o desprender da árvore onde tinha ficado preso. Só mais tarde, vi que eu fiquei também lá retida. Ninguém procurou saber de mim. Só eu procurei de mim, a minha mente abandonou o corpo e subiu ramo por ramo e desfez os laços que me faziam ficar de pernas para o céu, naquele tronco de árvore mais grosso. Cortou e cortou ainda mais.. para além dos laços, cortou as veias do meu corpo. Agarrei-me a vida, fiz um esforço. e inseri-me novamente. com os cortes que a roupa disfarça, que uma maquilhagem banal cobre. Já mostrei demais. E tu, voaste. Modificaste. Não sei quem foste. E porque não foste buscar o que era teu - o teu papagaio. Talvez, não quiseste mais saber dele. Sei que ele tinha perdido as cores face as condições climatéricas que ia aguentando. Recuperei(-me) e pintei(-me) de todas as cores do arco-íris. Encontro muito mais do que procuro. Vivo assim. Já nem tenho frio.

You give me something :)



Bilhetes deixados, meios escondidos, meio presos por causa do vento que faz quando estas longe.
Bilhetinhos com poucas palavras que se encontram naquele, que já é tão nosso veiculo.
Bilhetinhos com datas especais, não um simples papel.
Uma recordação reproveitada para esboçar um bom e doce sorriso.
Tão tipico de mim :)

domingo, 22 de março de 2009


I still smile :) All we need is just a little patience.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Goodbye (?)




Did I disappoint you or let you down?
Should I be feeling guilty or let the judges frown?
'Cause I saw the end before we'd begun,
Yes I saw you were blinded and I knew I had won.
So I took what's mine by eternal right.
Took your soul out into the night.
It may be over but it won't stop there,
I am here for you if you'd only care.
You touched my heart you touched my soul.
You changed my life and all my goals.
And love is blind and that I knew when,
My heart was blinded by you.
I've kissed your lips and held your head.
Shared your dreams and shared your bed.
I know you well, I know your smell.
I've been addicted to you.

Goodbye my lover.
Goodbye my friend.
You have been the one.
You have been the one for me.

I am a dreamer but when I wake,
You can't break my spirit - it's my dreams you take.
And as you move on, remember me,
Remember us and all we used to be
I've seen you cry, I've seen you smile.
I've watched you sleeping for a while.
I'd be the father of your child.
I'd spend a lifetime with you.
I know your fears and you know mine.
We've had our doubts but now we're fine,
And I love you, I swear that's true.
I cannot live without you.

Goodbye my lover.
Goodbye my friend.
You have been the one.
You have been the one for me.

And I still hold your hand in mine.
In mine when I'm asleep.
And I will bear my soul in time,
When I'm kneeling at your feet.

Goodbye my lover.
Goodbye my friend.
You have been the one.
You have been the one for me.

You have been the one for me.
I'm so hollow, baby, I'm so hollow.
I'm so, I'm so, I'm so hollow.


quero.

quinta-feira, 19 de março de 2009

wish !



19/Março/2009 - "Together we can build something beautiful"


:)

done


"Por favor, não tenhas medo."
Tenta. E sinceramente, eu tento. Porque acredito!
Corro sem deixar rasto, mostro-me muito mais do que aquilo que um dia julgei ser. O céu que julguei conhecer era um tecto falso, pintado com tintas baratas, que esta a cair aos poucos na minha cabeça. É isso que vejo. Tudo a cair aos poucos, ao nível que o tempo passa as pontes estão a cair. Dei por certo muitas coisas e agora, mais velha, observo o que me rodeia. Contrariedades bem visíveis de vidas não tão vividas como eu julgava serem. A tua missão esta completa, terminada. Já não fazes parte.
Abafo os pensamentos mudos! Vidas bizarras e prosaicas.

Nego-me ao medo, aos sonhos que timidamente vou tendo. Não quero mais que as ilusões que tenho diariamente com a vida. As tuas horas estão mortas. Só vive o que é verdadeiro.. o resto? Definha e morre. Nunca soubeste ler-me. Traços? nem isso. um risco transparente, sem conteúdo, sem tinta. Zero. Apetece-me gritar isso mesmo... Zero!
Espaço amostral vazio.

terça-feira, 17 de março de 2009

nem tudo..


Tentativas que faço.
Coleccionar novos concertos de mim mesma.
Tentativas falhadas.


Sorri, Sorri .. sinto-me viva!
Estranha também.

O Mundo lá fora esta uma confusão,
perco-me no meio da tanta informação que recebo sobre vidas,
sobre mortes, sobre sufocos. Sinto-me viva.

É como se tudo estivesse errado lá fora e cá dentro faz Sol, muito Sol.
Não me sinto tão deslocada da realidade,
cada vez mais próxima da linha do comboio: direita e com sentido.


Deixa.te ficar, apenas.

Encosta.te a minha pele e deixa.te estar. Deixa.te estar sem olhar ao tempo, deixa.te ficar sem olhar ao dia seguinte, deixa.te a ti por aqui sem pensar em sair.
Deixa.te ficar apenas... Deixa.te aqui comigo.. mas, não nos deixes. Stay with me.

segunda-feira, 16 de março de 2009

:D

(Já) Brindei a ti.
A mentira, a ilusão, a farsa... a tudo o que realmente és e eu não conheci.
Existe no meu livro paginas referentes a ti, mas hoje rasguei.
Prefiro páginas vazias do que cheias de mentiras.



Foi assim... por um mal entendido que perdi. talvez para sempre.
Oportunidades de ser feliz.

domingo, 15 de março de 2009

parte.




Que importa? sem duvida.

sábado, 14 de março de 2009

Promises.

dias


As tardes preenchem.se a ver a revolta do mar. E eu sinto.me também assim.
Tudo aconteceu por um mal entendido, por eu ter acredito, por eu acreditar que é possível alguém viver no meu mundo pra além de mim. Confiei de mais!


De quem fugias, de quem recusavas e mal dizias ... agora, é a tua melhor companhia.





Vou continuar a tentar, ouvir musica, assistir a concertos.
Mas, não vou estar a ver a vida a passar. Vou fazer parte dela, já que.. nunca conheci.



sexta-feira, 13 de março de 2009


I try to say goodbye and I choke
Try to walk away and I stumble
Though I try to hide it, it's clear
My world crumbles when you are not here
Goodbye and I choke
I try to walk away and I stumble
Though I try to hide it, it's clear
My world crumbles when you are not here

I may appear to be free
But I'm just a prisoner of your love
And I may seem all right and smile when you leave
But my smiles are just a front
Just a front, hey
I play it off, but I'm dreaming of you
And I'll try to keep my cool, but I'm feenin'



quinta-feira, 12 de março de 2009

opne your eyes!



Percebi tudo. Tarde mais ainda em tempo de entender.
só agora.. abri meus olhos!

quarta-feira, 11 de março de 2009

pedaços.


São pequenos pedaços que se vão perdendo mesmo com a garantia de alguém sábio que afirma que o Tempo é psicológico.
O Tempo! esse maldito que corre contra mim, contra nós. Afasta-nos do passado e leva-nos para sítios distantes. O tempo. Garantem mais ate.. Garantem que só a mente é importante, o corpo é um simples objecto. E aqui, sim, aqui concordo. Concordo porque me sinto objecto do Tempo. Concordo, apesar de na pratica, a minha mente não se conseguir separar do meu corpo.
Se correr em pensamentos, os meus pés não são capazes de acompanhar.

Divago muito em pensamentos, sou uma mulher viajada! São passeios, são corridas, são mergulhos. Vou com os pássaros em mente.

Por vezes, estou tão longe. mesmo distante. aquela distancia que faz esquecer que se vive, que se respira.

Caí num vácuo.

Tenho passeado bastante. Uma dessas viagens foi ao passado.
A sítios de infância que tanto criticávamos mas que agora, é bom recordar. Passear e ver tudo passado tantos anos.
Ver um banco onde me sentava, a escada onde cai, a janela por onde via o sol, a arvore onde me encostava e via o céu.. tão grande, tão azul!
Ainda hoje consigo ver naquele espaço físico, marcas minhas. E encontro marcas daquele espaço em mim.

Cada vez, sinto mais saudades (de mim).

terça-feira, 10 de março de 2009


I feel wonderful inside when I drink and smoke and screw all nihgt.


contrato

Fiz um acordo com o Tempo: nem eu fugo dele nem ele me persegue.
Um dia, encontramos.nos.

segunda-feira, 9 de março de 2009

To lose.

-Do you have some time think about de future?
- (silence)

- I'm serious..
- yes.

- What you see?
- Tell me ... and what you see?
- Answering me first ..

- (silence)
- (breaths)

- you .. I see you.
- ( hidden smile)

- and .. you, what you see?
- (open the door of car and running without answering)

-(hug)
-(farewell)

-(an accident)
-(a death)

-(race on tre street of this accident)
-(tears)

-(Finally, the answer...)
- I saw you! (breath with tears) I saw you...

What hurts the most?

domingo, 8 de março de 2009

chuva.

Em fase de banir a chuva da minha vida.
Nunca andei de guarda-chuva.


Realidades suaves.



Uma tarde no aeroporto.

Estive uma parte inteira perdida e pronta. Essa tarde estive no aeroporto.
Um aeroporto de qual eu me senti parte. Não fundamental mas elementar.
Sem passar de mais um elemento, ali, no meio de tantos elementos desconhecidos.
Tinha um bilhete de ida na mão mas desconhecia o destino. O bilhete fazia suar as minhas mãos enquanto os meus olhos estavam colados a vários aviões, a varias historias, a várias vidas.
Diferentes vidas!
Era isso que eu queria. O meu bilhete tinha esse propósito. Alterar a minha vida.
Vi as horas passar. Ali, naquele aeroporto estive como pedra.
Divaguei em nadas e fixei-me em tudo aquilo que nunca fui. Nem quis ser.

Tudo rodeava a minha mente e era sozinha que estava. Era sozinha que iria partir.
Era mesmo o ideal! Deixar as companhias, deixar os vícios, deixar o meu conteúdo para trás.
Reconstruir a minha vida, sabendo agora melhor que nunca, o que eu quero mesmo para mim.
Saber o caminho, conhecer os passos e as distancias.
Vi muitas historias. Criei uma personagem e ela vinha todos os dias aquele aeroporto.
Sentava-se no mesmo banco. Esperava. Esperava com muita esperança que o seu amor chegasse de viagem. Um amor que não sabia existir, não sabia a identidade mas sentia.
Sentia que ali, sim, era ali que tinha que esperar pela sua felicidade.
Era, no fundo, aquele o seu motivo de levantar-se todos os dias da cama.
Dirigia-se para aquele aeroporto. Eu vi ele chegar.
Vi, ele ali. Vi magia, esperança, vontade no seu olhar. Senti uma leve rajada de vento e o tempo continuo, não parou como estou habituada a ler em livros.
Decidi não parar e deixar-me ir ter com ele, falar com ele. Estranho, eu senti que ele não falava para ninguém e tinha tanto mas tanto para dizer. Ele não falava e eu sei porque.
Ele guardou em si todas as palavras para as dizer, sem repetir, sem haver banalizações, tudo o que foi colhendo ao longo da sua espera.
Ele não sorria apesar do seu mundo interior estar numa ânsia feliz de encontrar o seu amor, por quem tanto espera. Ele queria que todos os sorrisos fossem unicamente para aquela pessoa.
Senti que a dita pessoa seria a mais sortuda, a mais amada. Continuei em passos lentos até ele.
Tentava entender o motivo de ser aquele banco, onde o sol não batia e raramente era limpo.
Deixei-me de interrogações.
Ele era um estranho tão revelador de uma vida de espera. Tinha ate ar disso mesmo - de espera.
Cheguei ao banco. Estranhamente frio, estranhamente solitário.
Ousei e sentei-me naquele banco.
Sensivelmente fui virando a cara para falar, para lhe falar..
Só ai percebi que não estava ninguém ali.
Indignei-me! Revoltei-me! Como podia estar acontecer? Onde estava ele??
E eu senti que a minha pergunta ficou suspensa. Como todas as perguntas dele, que eu via, suspensas.

Substitui-o. E esperei. Ainda espero. Perdi o avião e rasguei o bilhete.
Só queria o bilhete para a minha viagem interior. E sim, nessa eu embarquei.
De cabeça.

Não dá para construir uma casa sobre outra. Como poderia eu construir uma vida?

sábado, 7 de março de 2009

Proibido.


São sinais. Milhares, milhões, centenas de sinais. Unas atrás dos outros, outros mesmo atrás de mim e outros mesmo a minha frente. A frente do meu ser.
Não respeito a lei natural como poderia respeitar a lei judicial?
I want to break free.


quinta-feira, 5 de março de 2009

as saudades acordaram comigo.

Ou eu acordei-as. acordei as saudades e elas acordaram comigo.
Saudades de mim, das palavras, das emoções, da cor, do calor.
Dos riscos que não corri, do passo que não dei, da agua que não bebi.
do comboio que não apanhei. Acordei hoje assim, com muita saudade.
Da promessa não cumprida, do desejo frustrado, do caminho evitado.
Despertei assim e ela despertou-me a mim. Levantei-me com saudade.
Da musica que não cantei, do mergulho que não dei.
Hoje foi assim que acordei Com muita saudade de mim.


laços.

Foge!, diz-me uma voz.
Eu fujo. Sei que é o passado, em forma de flecha que tenta me atingir.
Fujo para não mais ter que parar naquele beco, que sempre se mostrou branco para mim.
Fujo de mim mesma. Do que fui, do que senti.
Encontro-me, agora, agarrada a umas camisolas, perto do peito de alguém que me faz ficar, ficar e não temer, ficar e pouco duvidar.
Fico e muitas vezes temo por este estado. Tão pouco levito, tão pouco nego.
As palavras estão secas, a minha voz rouca. Já cansam os dias, já pesam as horas.
Não é só o sol que faz falta, faz falta a magia.
É muito cinzento hoje ao meu redor. São lágrimas prisioneiras. Um estado obrigado de estar, sem querer estar, vivendo pelo lado sensato.
Encontro sinais de proibição de inverter a marcha.
Corre!, e eu corro. mandada pelo vento que existe.
Cai!, sou assim loucamente empurrada pela chuva que pesa e faz doer sobre meus ombros.


E vou. Abriste as mãos e eu voei. Desenrolas a cada passo os laços que fiz na tua pele.. Hoje sou mais eu que nunca. E duvido. E não penso.
Tenho medo, muito medo. Abraça-me.

quarta-feira, 4 de março de 2009

São pessoas consideradas pequenas, mas são pessoas certas. Dadas como certezas.
Remexe.se no passado e vê.se em pequenas fotos essas pessoas, pessoas presentes, sempre constantes. No passado e no presente. E sei que estarão no futuro.
Mesmo que eu não note, mesmo que eu não observe directamente. São pequenas pessoas que preenchem a foto, que sem elas, continuava a ser uma foto. Não se notava a diferença.
Hoje, remexendo no passado, consigo ver que são pessoas, pequenas, que me acompanham já a mais de 10anos, sempre ali. Viveram na minha infância e ainda hoje prolongam.se na minha adolescência. Conhecemos.nos e a confiança que temos nunca foi alvo de reflexão.
Amigos certos, amigos adquiridos.
Hoje, mais adultos, mais maduros do que alguma vez fomos, conseguimos ver o quanto significam essas pessoas que apareciam na foto e nem se notavam. Tão grandes, tão importantes! Hoje, sim, vemos isso. E vemos mais.

Vemos que nunca nos consideramos amigos ou dissemos que gostávamos, que sim, eram parte da nossa vida. E hoje, sem sentido ou lógica, sentimos isso. Sentimos o mais importante. Que somos amigos de sempre e para sempre, e não temos duvidas porque também nunca tivermos promessas e hoje, mais hoje que nunca, a amizade cresce e fortalece bases que nunca pensamos existir. São amizades naturais, sem nuvens. Quero mais. Quero que assim fique. Independentemente da distancia ou rumo que as nossas vidas possam tomar. Eu vou.vos ter sempre aqui, eu sei.
Obrigada, amigos de sempre.

terça-feira, 3 de março de 2009

no matter anything. .

as vezes, é assim.


As vezes, é assim. sinto-me cheia, muito cheia.
A cabeça carregada de informação, palavras formando frases e preenchendo linhas inexistentes no meu ser.

Desligo. Caiu. :)

segunda-feira, 2 de março de 2009


Não é preciso muito. Nem é isso o que importa. Faz falta o pouco, o silencio. Não é preciso muito, nem palavras. Nem se diz nada .. cala-se o coração que se feriu com a bala perdida de uma voz nada madura.
Perdemos-nos do que somos ou deixamos por um passo de ser.
Temos sabedoria mas não nos importamos em utiliza-la.
Temos palavras mas as atitudes, essas são liquidas e pouco consistentes.

domingo, 1 de março de 2009

More xD

São mais e mais noites destas que EU quero. O frio perde-se ao mesmo tempo que o ponteiro do relógio roda e roda sem parar. No meio da confusão, nem se dá conta do tic-tac. Corre, voa. É assim o Tempo, impetuoso. Não quero perder mais tempo, quero aproveitar. Cores do arco-íris (sorrisos) e preencher-me de vivências e não deixar nada por viver. Ser eu mesma e nunca duvidar disso - de mim. Socialmente, não acontece. E em particular, tenho-nos. Tenho os amigos que me fazem acreditar e não temer o espelho. Obrigada.

Quero mais noites, mais dias, mais sorrisos, mais vida! Não importa o quanto me puxam para baixo, já não temo. Resisto. E venço. Musica..