Por favor, são tão ridiculamente fácil de entender e mesmo assim vão sempre pelo caminho mais difícil.
Ensino o amor, em leves tão mesmo quando o pincel vazio não me chega aos ouvidos. A pauta, daquilo que ingenuamente temias ler, fez entender dois pilares finos que resistiam: continuidade ou mudança. O coração não bate por quem não o faz bater. O coração não cuida de quem tão-pouco descuidado não cuida, não quer saber. o mais pratico é acreditarmos que essa infância, de vestes modestas, escondeu-se por falta de representações físicas e mentais, contudo, a ignorância não te suporta esse peso, que pesa brutalmente, sobre as tuas mãos e calcanhares. As tuas afirmações tornam-me mais miserável mas mais digna, idêntica a uma curva de Gauss. Não insistas em ler em entrelinhas! A minha leitura não precisa de dicionário, é simples mas, não simplista. A casa está no mesmo sitio, o lar divaga por entre nuvens, por passagens naquele corredor, por entes tão pouco familiares mas amados. O tapete encontra-se mais alto que a estanque preenchida de livros e sonhos. O tapete não me leva a viajar já mais, só me recorda do pó que varria para debaixo delas. Hoje, já não só pó como ervilhas. O passo foi dado. O tapete escovado e tudo, finalmente, nos seus devidos lugares. O bom das ilusões é, que, menos magia mais magia, menos ano mais ano, passa. É simplesmente curado com um abraço e tudo o vier por acréscimo, ou até mesmo, por falta. Grita-me, mas não me faças cocegas. Não quero que o meu coração bata por quem não me sabe ler.
Nenhum comentário:
Postar um comentário