O campo pode ser terrivelmente penoso, inclusive deslumbrar a crueldade das letras, das realidades nas entre linhas. Bem, de modo compósito, afirma-se-á que a derradeira verdade da mentira é o não querer. Isto basta para tudo. Nega-se, assim, verdades desconhecidas, verdades fartas e exaustivas para um ser humano com o mínimo de sanidade. Falando nesta vertente, já pouco resta dela.
Derradeiro final é não o encontrar, não saber realmente onde termina o que nunca terminou. Aceitam-se premissas como a complementaridade em detrimento de uma elevação, de um estado de magia pura que uma vez vivido é tenebroso aceitar o seu fim. Constrói-se assim vidas em cima de mentiras.
Derradeiro final é não o encontrar, não saber realmente onde termina o que nunca terminou. Aceitam-se premissas como a complementaridade em detrimento de uma elevação, de um estado de magia pura que uma vez vivido é tenebroso aceitar o seu fim. Constrói-se assim vidas em cima de mentiras.
Frequentemente, queremos esquecer a excepção, que há sempre.
Essa excepção determina seriamente o grau das nossas fiabilidades, nomeadamente o que somos e o que sentimos. (Exemplo: tu podes ser o complemento de alguém, mas eu sou a excepção desse alguém - o dito grau de elevação)
Associamos, maioritariamente, a excepção ao fantasma do passado.
Quem diz que os fantasmas tem que ser necessariamente maus ?
Pedras.
Nenhum comentário:
Postar um comentário