domingo, 19 de dezembro de 2010

Glory

Eu não vou acreditar. Aviso: eu não vou parar.

Boa! Vamos lá mais uma vez:
"Eu não vou acreditar. Sim, eu não vou parar."

Pinta-se, deste modo, a vida em tenras cores. Suaves, para não prejudicar a vista dos mais sensíveis. Quentes, para não afastar os mais pessimistas.
Atribuem-se rótulos, reza-se a um santo (qualquer) para afastar aquele fantasma do nosso passado, do nosso presente, da nossa cabeça... é um esforço em vão.
Reconheces essa invisibilidade.
Reconheces-me. Mesmo com a minha humilde ausência, que o tempo não apaga, que o fogo não queima, só arde ... nas tuas mãos, mãos gastas e tão novas.

Estou aqui. De volta.
Aí ? Sempre estive. Nunca o deixei, nunca parei de ser o teu fantasma.


"Beijo, meu doce"




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