Gritos aguçados por vontades
Não menos próprias de viver
Viver para matar
Estes restos que ainda
Amas, torturas e aclamas.
Sede de revolta,
Vingança deste pesadelo
Vermelho negro que
Assusta, mete medo.
As vezes são raras
Poucas e repartidas por
Questões que não sei
Ler, responder ou respeitar
Temo esta velocidade
Em que me arrancas o único brinco
Que não me deste, sussurraste.
Libertei-me das cordas suaves que me faziam ficar
Fielmente, incapacitadamente em ti
Em nós. Quebraste as aguas
Desta corrente leve e branda
Como de igual não existe na minha alma.
Desenhos do que és
E em mim fica a alegre
Raiva de esboçar sorrisos
Sem ti.
E eu? não dá sentido,
Vive-se repartindo
Coisas e objectos
Sem sentimentos
Por liderar ou confrontar.
Meu livre mar..
sábado, 31 de outubro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Do I have to save your soul?
Quebradiços laços de aço,
Que corroí o tempo
Distancio e o vento
Que tu sopras
Que tu insistes
Em fazer-me agressivamente
Congelar!
Era nunca ter pecado
Nem um pedaço contrdizer
As linhas tortas da biblia
Que Deus defende
O padre pregoa
Ser condenada ao inferno
Por existir demais
Os bons morrem
Na vida
Nas pessoas
Que amam
Que outrora foram
Deveras demais
Perde-se tudo num lápide
E os maus permanecem
Na vida de outros tais
Querer-se mais que angustia,
Levita-se deste faro rasto de ti
Ser imune que atormenta
Faz cair sem laminas
Esta chuva fria
Rajadas de pó
Que impões que cobra
O que não queres ver
A mim sentes
A mim renegas
Tortas linhas porque te guias,
Conduzes teus maus hábitos
Numas linhas férreas por um rio
Sem precipício ou cais
Um porto seguro denominavas
Agora, expulsas e pedes desculpa
Por seres assim comum
Sem um cante de uma ave
Sem um fingir que te leve
Que te amarre ou te pendure
A uma felicidade
Desmedida de sem idade.
Que corroí o tempo
Distancio e o vento
Que tu sopras
Que tu insistes
Em fazer-me agressivamente
Congelar!
Era nunca ter pecado
Nem um pedaço contrdizer
As linhas tortas da biblia
Que Deus defende
O padre pregoa
Ser condenada ao inferno
Por existir demais
Os bons morrem
Na vida
Nas pessoas
Que amam
Que outrora foram
Deveras demais
Perde-se tudo num lápide
E os maus permanecem
Na vida de outros tais
Querer-se mais que angustia,
Levita-se deste faro rasto de ti
Ser imune que atormenta
Faz cair sem laminas
Esta chuva fria
Rajadas de pó
Que impões que cobra
O que não queres ver
A mim sentes
A mim renegas
Tortas linhas porque te guias,
Conduzes teus maus hábitos
Numas linhas férreas por um rio
Sem precipício ou cais
Um porto seguro denominavas
Agora, expulsas e pedes desculpa
Por seres assim comum
Sem um cante de uma ave
Sem um fingir que te leve
Que te amarre ou te pendure
A uma felicidade
Desmedida de sem idade.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
amordaçados sentimentos.
Gostava ser Pessoa,
Viajar por criações diferentes,
Em cada uma delas,
Um pedaço de caminho,
Falhado e torturado,
Pela vontade erguida
De ser feliz.
Vive-se em angustias
Fingimentos tais
E não se condena o ar
Que nos torna tão mortais
As esquinas revoltas
Mostra um ser
Que não solta a leve
Tristeza de morrer
O rir deste fingir
Transcende a minha capacidade
De ver, de fazer coincidir
A minha ausência com a leviandade
De partir.
Os crimes são punidos
A alma castigada
Gritos socorridos
Boca mal tratada
Voltas? pássaro.
Passarinho que canta
Por este fingimento se cala,
Se afasta
Se mutila
E de ti? que restas?
É um pequeno crime
Fechar-te nessa gaiola
Cheia de agua
Que vomitas,
Que calcas,
Que bebes!
Ser belo,
Tão belo que completamente
Me deixa aqui sem direito,
Sem a felicidade que Pessoa
Desejava em mente.
Viajar por criações diferentes,
Em cada uma delas,
Um pedaço de caminho,
Falhado e torturado,
Pela vontade erguida
De ser feliz.
Vive-se em angustias
Fingimentos tais
E não se condena o ar
Que nos torna tão mortais
As esquinas revoltas
Mostra um ser
Que não solta a leve
Tristeza de morrer
O rir deste fingir
Transcende a minha capacidade
De ver, de fazer coincidir
A minha ausência com a leviandade
De partir.
Os crimes são punidos
A alma castigada
Gritos socorridos
Boca mal tratada
Voltas? pássaro.
Passarinho que canta
Por este fingimento se cala,
Se afasta
Se mutila
E de ti? que restas?
É um pequeno crime
Fechar-te nessa gaiola
Cheia de agua
Que vomitas,
Que calcas,
Que bebes!
Ser belo,
Tão belo que completamente
Me deixa aqui sem direito,
Sem a felicidade que Pessoa
Desejava em mente.
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