terça-feira, 18 de agosto de 2009

fio d'ouro

Era falar mais que as cordas de uma guitarra, era não perder.
Assim, nunca. Não perder, não desaparecer nem desencaminhar.
A tortura virar flor de rosa, para a quem a planta.
Era assim. Um lago desconhecido pelo frio, mas não mais cruel
que a própria virtude de quebrar.
Assim, era. Sem ar, sem amar.
A flor murcha e a árvore arde.
Era quente mais frio que se sentia nas pautas,
O despertador que não toca e corre-se, perde-se.
Avista-se!, para não mais esquecer.
Para não mais abandonar..
Esta gente de sobreviver.
Assim, era para deixar de sonhar,
não mais controlar e estes fantasmas matar.
Aqui e assim.. Cordas a sufocar.

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