segunda-feira, 10 de outubro de 2011

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A sensibilidade é como uma doença - pode, eventualmente, apoderar-se de um corpo e mente saudável. Depois de instalada, torna-se completamente resiste, e, por si só, deveras insuportável. Até engolir sapos custa!
A sensibilidade irrita, uma irritação constante que não deixa que ninguém tenha o beneficio da dúvida nas suas palavras. As acções completam aquilo que faltava preencher no espírito.
A intolerância acompanha a sensibilidade, por mais que nunca as tivéssemos relacionado positivamente. De facto, isso nunca aconteceu. Elas tem uma relação negativa, prejudicando o carácter de uma pessoa, aglutinando isso, a crescente probabilidade de se mudar para algo idêntico as aguas do mar do Norte de Portugal. Ganhamos sensibilidade as finas camadas de vento e ao mesmo tempo, intolerantes perante os que falham, nos requisitos mínimos; nos que acreditam piamente no passado, no dia anterior e, que tudo se resumiu aquele momento passado e logo daí já não verdadeiro. Sorri-se perante a sensibilidade que tenho e não escondo. A sensibilidade que deixa uma marca em todos, pela já constante intolerância ao dever-ser que acompanhada cada elemento deste corpo.

É ridículo a pouca quantidade de espelhos que existe na mente dos humanos.

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