
Mostro o meu interior a um livro de cara escura onde escrevo com uma letra bonita, é mais uma pagina da minha vida que está a ser escrita. Perco-me por entre sensações e vivo tudo novamente, pela segunda vez, mas mais nitidamente.
Tu, ser que (ainda) me iluminas, fazes-me aquecer na ânsia que tenho por te ver, por te encontrar numa esquina dessas irreversíveis. O telemóvel toca e és tu, és tu que bate a minha porta e eu não deixo entrar. Quem é que o faria por mim? Dei-te a chave, mas tu esqueceste de tudo o que te fazia ficar. Partiste. E o que era, foi junto contigo. Só as lembranças deixaste fixar, para ficar esta dor aguda que me consome. Sim, foi contigo que senti borboletas na barriga e deixei de a sentir. Deixei escapar as borboletas num dos meus gritos pela sanidade mental que já não tenho. Não sei bem onde senti ou se foi por ti, mas vibrei em teus braços sempre que eram as estrelas nosso pano de fundo.
E o Tu é tão ambíguo.
Para quem me dirijo, nem eu sei bem... Amei muito e ele sempre escondeu a cara. Para eu não saber quem era, para poder usurpar-me e me deixar caída numa valeta a chorar por alguém que não sei quem era. Para a dor aumentar, para se inibir de responsabilidades e poder cruzar-se na rua e dizer-me 'Bom dia', como é habito cá pela terra.
Vou reconstruir-me, apesar do mal que habita em mim, tenho boas perspectivas. 2009, porque não?
Tu, ser que (ainda) me iluminas, fazes-me aquecer na ânsia que tenho por te ver, por te encontrar numa esquina dessas irreversíveis. O telemóvel toca e és tu, és tu que bate a minha porta e eu não deixo entrar. Quem é que o faria por mim? Dei-te a chave, mas tu esqueceste de tudo o que te fazia ficar. Partiste. E o que era, foi junto contigo. Só as lembranças deixaste fixar, para ficar esta dor aguda que me consome. Sim, foi contigo que senti borboletas na barriga e deixei de a sentir. Deixei escapar as borboletas num dos meus gritos pela sanidade mental que já não tenho. Não sei bem onde senti ou se foi por ti, mas vibrei em teus braços sempre que eram as estrelas nosso pano de fundo.
E o Tu é tão ambíguo.
Para quem me dirijo, nem eu sei bem... Amei muito e ele sempre escondeu a cara. Para eu não saber quem era, para poder usurpar-me e me deixar caída numa valeta a chorar por alguém que não sei quem era. Para a dor aumentar, para se inibir de responsabilidades e poder cruzar-se na rua e dizer-me 'Bom dia', como é habito cá pela terra.
Vou reconstruir-me, apesar do mal que habita em mim, tenho boas perspectivas. 2009, porque não?
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