segunda-feira, 27 de outubro de 2008

"(...)Her feelings she hides 
Her dreams she can't find
She's losing her mind
She's fallen behind
She can't find her place
She's losing her faith
She's fallen from grace
She's all over the place (...)"


Be strong, be strong now!
Call my name and save me from the dark.
Save me from the nothing I've become.
Without a thought
Without a voice
Without a soul
Don't let me die here
There must be something more.
Bring me to life.

O tempo encobriu e a queda de cabelo, aumentou.
O relógio marcava as horas tão forte e determinantes como é o tempo, o últimos minutos antes do fim, do nosso fim. Doía aquela demora, aqueles estalares de dedos, aquele caminho percorrido de um lado para o outro, na tentativa de passar o tempo, na tentativa de afastar o frio que fazia-se sentir nas mãos, que ninguém apertou. Que a mim ninguém abraçou.
Foi desta maneira que me senti, um ninguém, um vulto de uma identidade registada.
Confiei em mim no meio daqueles bancos vazios que aplaudiam a minha condenação e não pude fugir.
As escadas daquele tribunal estavam escorregadias e os bancos de pedra, gelados.

Olhava para um lado e para o outro... não encontrava o momento, o sentido correcto para expressar o que cá dentro não cabia.
Naquele banco de espera, das voltas que o ponteiro do relógio deu, eu vi.
Eu vi a sombra do vento, a sombra do ar... e ai, encontrei a liberdade que ansiava.
Desci e deslumbrei o céu, por entre as gotas de chuva que naquele momento, me libertaram.

sábado, 25 de outubro de 2008

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Em rolei a volta do meu dedo, fita-cola. Apenas porque me apeteceu.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008


O remédio santo :)
Por outras palabras, en un nuevo idioma yo intento llegar hasta a ti.
El camiño es largo y longo pero yo sé que es posible. Ahora, estoy a sentir el vacío y no puedo hacer nada. ? sera que entiendes lo que digo?
Yo puedo responder a eso - sí , puedo! - tu no entiendes lo que digo porque ya no me escuchas y también poco me ves. Ya no sabes nada de mi. No conoces mis dias ni que yo fui capaz de hacer gimnasia ni que tengo estado sola.
No ves y nada sabes.
Entiendo todas las razones pero estoy a necesitar de ti.
Quedate con todo el tiempo para ti, solo para ti. Yo me quedo aquí esperando por un señal de ti.
En mi, la nostalgia empieza a crescer, fuertemente.
Las palabras no alcanzan tudo que sinto.
Las cosas que hago es sobrevivir, como siempre.
Queria tu presencia, no pido toda pero una parte della, esto para mim ya era mucho!
Me quiedo cada vez más en mi mundo porque tu estas lejos y no puedo hacer nada para matar toda la distancia que hay en nuestro medio.
Tu ya no me escuchas. yo voy por ahí, por camiños que tu nunca has ido conmigo. Todas las viajes que yo soñaba hacer contigo, yo siempre supe que iría sola. ?donde andas?
?Qué estas haciendo? ?Tienes te recordado de mi?
Tengo tantas cosas nuevas para te decir...
Sin enbargo, yo no sé de ti y tambien se que no vas escuchar todo que tengo para te decir, todavia tambien no se si quiero más te contar.



Encontrame antes que me pierca.

?Entiendes estas palabras?

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Há coisas que me fazem muita impressão e que me custam muito…

Por exemplo, bater com os dentes nos caroços, sair-me a fava no bolo-rei, ou cobrarem o bilhete do autocarro quando tenho o passe pago mas que não funciona, apenas naquele momento.
Custa-me mesmo muito, a falta de humildade, a arrogância e a verdadeira pobreza.
Custa-me assim-assim …engordar 3 quilos numa refeição, e demorar 3 meses a perde-los.
Custa-me, contarem-me duas versões da mesma história, falarem mal dos meus amigos ou tentarem fazer-me de parvo e conseguírem.
Custa-me ver aqueles que, para estacionar, (normalmente carros de serviço) têm de bater no carro da frente e no de trás.
Custa-me pouco, mas preferia não ter de tirar a casca do queijo, a publicidade da caixa de correio e desviar-me de sarjetas que têm exactamente o encaixe perfeito para as rodas da minha bicicleta.
Custa-me … estas coisas custarem-me tanto e não conseguir ficar indiferente.

Por outro lado, não me custa nada…
Procurar pechinchas em longos passeios pela feira da ladra ou encontrar uma nota de 20 euros perdida na calçada, ou numas calças que não visto há 2 meses.
Não me custa nada, dar passagem no meio da multidão e retribuírem com um sorriso.
Não me custa mesmo nada, falar pelos cotovelos, ouvir os desabafos e descontentamentos de outros, dar conselhos e ficar com os meus problemas por resolver. como sempre.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008


Um ano, quatro estações conheceu e a duas semanas de concretizar o seu primeiro ano, morreu.
Foi mesmo assim que aconteceu.
Foi um presente lindo, uma felicidade com asas. Que não voou, mas morreu.

Numa folha, com linhas, depositei toda a minha raiva com profundos riscos de cores negras, de tons pesados, em certas partes nota-se perfeitamente os cortes que a ponta da caneta foi capaz de fazer. No meio de riscos, mensagens delineadas sobre o branco pálido que se confundia com a minha pele. Foi-se riscando, aldrabando enumeras interpretações ao olho humano assente em proposições sem quantidade e qualidade. Ao nível do andamento da música, foi aparecendo o nome que te chamei e tu simbolizavas tantos sorrisos e enormes emoções de felicidade.

Senti-te como parte de nós, algo dele e meu.
Desenhei-te por entre linhas tortas e carregadas, escrevi hoje e ontem teu nome, eras a imagem acústica deste termo carinhosamente aclamado pela alma. Brincava com fotos, imaginava-nos como uma "família" e a custa disso, rimos muito! Hoje não.
Só aqui ficou o desenho, os riscos, as memorias do que já foi e não volta.

Foi com asas, embrulhado num laço de cetim... e eu nem me despedi.

Olho para o que escrevo e vejo longe alguém de mão dada com a sua metade do coração, paro, olho para as minhas mãos e estão de mãos dadas com o vazio, a espera de uma lembrança. Outras vezes, fingo que a minha mão direita é a mão de outra pessoa e aperto bem forte a minha mão esquerda.
Outras vezes, divago em caricias a mim mesma quando passo por alguém de joelhos, encostado a uma arvore. Peço por não me ver em quatro paredes e com uma escada sem fim para subir.

Fico deslumbrada com os cantares dos pássaros porque me lembram uma voz meiga e doce que conheço.
Que vai e volta, como as andorinhas. Até morrer.

Foi isso mesmo que aconteceu. Acontece sempre. E eu? não vi, mas senti.

domingo, 12 de outubro de 2008

sábado, 11 de outubro de 2008

Paradoxo: A vida é um mistério. Não perca seu tempo tentando entendê-la.

Humor: Mantenha seu senso de humor, especialmente sobre si mesmo.
É a força por trás de toda atitude.

Mudança: Nada permanece imutável.


Há uma pessoa que acha que isto diz muito sobre mim e sobre ela :)
Modos de vida, que vem para ficar.
Confundido todos os actos correctos com os insensatos. Todavia ter asas para não mais aqui permanecer, era o ideal! Angustia interior evidencia-se em cada aceno de cabeça, em cada estalar de dedos, em cada aperto de mão oferecido.
De olhar optimista estamos nós fatigados, cansados de acreditar que a luz vermelha do semáforo um dia vai alterar-se para o verde esperança. Estamos cansados e fatigados por todo este conjunto de condicionantes que nos exige, que nos obrigam a ficar, sem correr, sem contestar. E destes paredes ruídas pelo tempo estamos nós enjoados, querendo sempre partir e nunca ficar.
Quero eu dizer, que a minha vontade não passa de algo descrito, pensado e imaginado por alguém já pouco servido!
Quero eu conseguir libertar-me destas correntes que me querem torturar na minha poça de erros. Quero eu não ter a paz que todos desejam, apenas a minha, criada por mim. Sublinho a vontade exagerada da minha insegurança acentuada ao cimo do que vivo, do que sou e tento ser. Insegurança temida e vivida, por circunstancias pouco próprias da época. Criadas por teias de aranhas que se fortaleceram resistentes e acabaram por arrebentar. Por ter falhado a resistência das mesmas, tremo de receio, sofro de ânsia e vivo de balões quentes. Não quero voltar a perder o que ainda não possuo.
Quero eu dizer que a minha vida necessita de umas boas horas de sono para poder acreditar na possibilidade de acreditar no hoje e não temer o amanhã e a sua existência.
Abstrair-me do que me sufoca é a minha humilde maneira de sobreviver, o colapso e a fractura está presente em cada passo dado, é por isso que prefiro o preto e o branco, limitados e circundados por círculos onde eu ando as voltas. Criando círculos dentro de círculos, originando uma circunferência confusa, sem saber onde é o ponto inicial. sem saber onde é o ponto final.
Corro sem parar até a exaustão do meu coração!
Desconheces-me no meio de luzes e ruídos que interrompem-me quando te falo em amor. Desconheces o significado e as notas caracterizadores dentro da compreensão que me insiro. No fundo e na realidade, não passo de algo inócuo.
Queria acreditar que conheces mais que o meu termo e sabes todo o meu conceito!

sábado, 4 de outubro de 2008








4 de Outubro de 1991 , 9.40 horas (...) nasci.

17 anos vividos das piores e das melhores maneiras.
Aqui estou eu, Daniela Pereira.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008








O Mundo (não) é pequeno.

O Meu Mundo tem um 1 metro e qualquer coisa fixa,
que desconheço.

Tudo o que vai, vem.