terça-feira, 30 de dezembro de 2008

"Sorri...vai mentindo a tua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz..."

domingo, 28 de dezembro de 2008

Deixei de acreditar em mim.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Muito Sexo, Muita Droga, Muito Rock'n Roll/Metal, Muito Reggae, Muito Alcool e Muitas Bubas :D - é isto 2009 !

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008



Mais um (in)feliz natal. e eu choro.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Arrebentaste a minha alma...





nas tuas mãos!






domingo, 21 de dezembro de 2008



I have a problem that I cannot explain
I have no reasons why it should have been so plain,
Have no questions but I sure have excuse
I lack the reason why I should be so confused,

I know, how I feel when I'm around you,
I don't know, how I feel when I'm around you,
Around you,

Left a message but it ain't a bit of use,
I have some pictures, the wild might be the deuce,
Today you saw me, you saw me, you explained,
Playing the show and running down the plane,

I know, how I feel when I'm around you,
I don't know, how I feel when I'm around you,
I know, how I feel when I'm around you,
I don't know, how I feel when I'm around you,
Around you,

I know, how I feel when I'm around you,
I don't know, how I feel when I'm around you,
I know, how I feel when I'm around you,
I don't know, how I feel when I'm around you,
Around you, Around you, Around you...

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008


O compasso de espera é lento, tempestoso e barulhento.
Caminho e vou chutando todas as pedras que vão aparecendo no meu percurso. Com muito força, sim, toda a força naquelas pedras, onde somente eu me magoou.
Tenho os pés pisados e em ferida, tanto pelas caminhos que ando a percorrer tanto pelas pedras que ando a chutar.
Ainda há tempo, ainda há esperança. Só não há vida!
Mas isto nem é o importante. O que importa é parecer vivo, o interior pode estar morto.
Ninguém morre se a alma estiver morta.
Inspira-se aquela cheiro que para nós nunca foi um cheiro de perfume, de pele, de alma.. Era como se fosse o nosso ar. Inspira-se profundamente para entrar bem no nosso sangue e renovar o sangue para que o corpo continue a viver.
"Adeus", ouve-se enquanto a concentração no barulho das lágrimas a caírem pela face era total, desperta-se a consciência e com os olhos embebidos em lágrimas e tão doloridos do choro, tentam enxergar a partida. A ida sem volta.
Fecha-se os olhos! Arranca-se os cabelos e cai-se ali no chão molhado, debaixo de um candeeiro que nos dá luz no meio da escuridão do nosso sofrimento.
Pelo menos, um poste onde bater com a cabeça e deixar-se cair.
Quedas e sofrimento está tudo tão perto da minha mão. É difícil falar.
Despede-se com um beijo na face. Já nada brilha! Já nem durmo na cama onde tantas e tantas vezes repousamos. Visto a melhor roupa, quero acabar bonita. Nunca sei quando vou ter coragem para terminar com este compasso de espera, em que os dedos aguardam por pressionar a tecla do piano até dar um dó grave. Ai sim, os sinos vão ter razão para tocar incessantemente.
Por uma vez, deixarei sentir este sofrimento que me aflige e atormenta a vida, ou melhor, a morte da minha alma. Porque o interior está morto. E continua a doer esta ausência. e vai sempre doer até ao final. Até ao final de mim.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Acabou tudo, de certa forma, nada chegou a existir.
Parece-me que sou muito nova e no entanto que já vivi muito.
embora tenha consciência que ainda tenho muita vida pela frente, o vazio e a tristeza é nossa companheira, nossa sombra mesmo nos dias sem sol.
Quando conseguir ultrapassar (atenção não digo esquecer!) certamente irei ficar melhor pessoa, mais forte e conseguirei dar valor que os meus amigos e família tem para mim.
Porque, eu sei, eu sei que há coisas lindas como a amizade que nos elevam e se deixar podem me ajudar.
Não quero chorar mais por algo que não me dá o devido valor que eu sei que tenho.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Adeus!

Já gastamos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos á força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.

Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro;
era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Ás vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes.
E eu acreditava.
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.

Mas isso era no tempo dos segredos,
era no tempo em que o teu corpo era um aquário,
era no tempo em que os meus olhos
eram realmente peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco, mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.

Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor
já não se passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.

Não temos já nada para dar.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.
Adeus.


Eugénio de Andrade

domingo, 14 de dezembro de 2008

O meu interior morreu.
Mataram-no sem dó nem piedade, com o toda a força e fúria!
De volta a escuridão que nunca sai. Out of my life, now!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008



Não me esqueças.

sábado, 6 de dezembro de 2008


No rasto do sol :)
"O que os olhos não vêem, o coração não sente", lá diz o velho ditado que transporta em si verdades e bastante sabedoria. Honestamente talvez os olhos sejam a perdição do coração, entregam-se virgens a ilusão. Atropelam bases e verdades não verídicas meramente porque vão contra-a-mão, ou ate,contra o coração.
Ai reside a duvida, a esperança, a vida, o desejo.
Sente-se vontade de ir mais além,furar adversividades e quebrar o inaquebravel. Alguém nos agarra a mão e puxa-nos.. vamos não levados pelo vento mas por alguém e esse alguém não somos nós próprios. Caímos no fruto proibido, nos olhos cintilantes que estão sempre perto de nós e faz parte de um amor que temos por essa pessoa. Um amor diferente, pouco ilustrado mas forte.
Porque o meu coração sente, independentemente dos meus olhos verem ou não.
Está sempre presente, acompanha-me.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Sensação companheira de que o passado imperfeito condicionou o meu presente.
Numa fractura de um segundo, algo mudou ou até bastante.
Não sei, também não busco por saber, apenas seguir. Seguir em frente.